A produtividade de uma empresa está diretamente ligada à saúde emocional de seus colaboradores.
Ambientes de trabalho marcados por estresse constante, sobrecarga e falta de apoio emocional impactam negativamente o desempenho, aumentam os afastamentos e elevam a rotatividade. Por isso, investir em saúde mental deixou de ser apenas uma ação de cuidado e passou a ser uma estratégia essencial de gestão.
Além dos impactos humanos e organizacionais, a atenção à saúde emocional também é uma exigência legal.
A NR-01, que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), determina que as empresas identifiquem, avaliem e controlem riscos presentes no ambiente de trabalho — incluindo os riscos psicossociais, como:
- estresse ocupacional,
- pressão excessiva,
- assédio
- conflitos interpessoais.
Quando esses riscos não são gerenciados, as consequências vão além da queda de produtividade. Há aumento de afastamentos por adoecimento emocional, prejuízos no clima organizacional e maior exposição a passivos trabalhistas. Por outro lado, empresas que adotam serviços estruturados de saúde mental atuam de forma preventiva e estratégica, fortalecendo sua cultura organizacional e o desempenho dos times.
Os benefícios são claros:
- Redução do absenteísmo e afastamentos
- Melhoria do engajamento e da performance
- Fortalecimento do clima organizacional
- Adequação à NR-01 e às boas práticas de gestão
Cuidar da saúde emocional no trabalho é cuidar das pessoas e do negócio ao mesmo tempo.
Empresas que investem em saúde mental constroem equipes mais saudáveis, produtivas e sustentáveis, preparadas para os desafios do presente e do futuro.